Fase da Lua: domingo 18/01/2026 marca a Lua Nova com apenas 1% de visibilidade

Fase da Lua: domingo 18/01/2026 marca a Lua Nova com apenas 1% de visibilidade
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Fase da Lua sob observação neste domingo, 18 de janeiro de 2026: o satélite natural da Terra encontra-se na etapa Nova, exibe apenas 1% de iluminação e inicia o percurso de crescimento que culminará na Lua Crescente em oito dias, de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Índice

Situação atual da fase da Lua neste 18/01/2026

O dia é marcado pela Lua Nova. Nessa configuração, o corpo celeste posiciona-se entre a Terra e o Sol, de modo que o hemisfério iluminado permanece voltado para o Sol e o lado não iluminado encara o nosso planeta. Por consequência, a presença lunar praticamente desaparece do céu noturno, ficando restrita a um fino contorno visível apenas por instantes ou através de equipamentos de alta sensibilidade.

Com o disco iluminado em apenas 1%, os observadores encontram dificuldades para identificar o satélite a olho nu. A condição perdura por algumas horas antes de a região iluminada aumentar gradativamente, processo que caracteriza a fase de crescimento.

Linha do tempo das fases da Lua em janeiro de 2026

O mês de janeiro iniciou-se em pleno brilho máximo do ciclo lunar. A cronologia oficial fornecida pelo Inmet é a seguinte:

• 3 de janeiro – Lua Cheia às 07h02
• 10 de janeiro – Lua Minguante às 12h48
• 18 de janeiro – Lua Nova às 16h51
• 26 de janeiro – Lua Crescente à 01h47

Essas quatro datas delimitam os pontos cardeais do chamado ciclo sinódico, período em que a Lua completa aproximadamente 29,5 dias entre duas fases Novas consecutivas. Cada etapa principal dura em torno de sete dias, o que explica o intervalo de oito dias entre a Lua Nova de hoje e a próxima Lua Crescente.

Embora as quatro fases sejam as mais reconhecidas pelo público, o ciclo inclui ainda transições intermediárias — quarto crescente, crescente gibosa, minguante gibosa e quarto minguante — que marcam a passagem gradual do aumento ao declínio da superfície iluminada.

Entendendo o ciclo lunar e a fase da Lua Nova

A cada lunação, a Lua percorre uma órbita em torno do planeta e apresenta diferentes aspectos visíveis. A fase Nova, que abre o ciclo, ocorre quando a conjunção entre Sol, Lua e Terra é tão estreita que o satélite recebe iluminação apenas na face oposta ao observador terrestre. O fenômeno simboliza reinício e inaugura novo período de observação astronômica.

Logo após a Lua Nova, surge a fase Crescente. Inicialmente, observa-se um arco luminoso muito fino no quadrante oeste do disco lunar. No decorrer das noites subsequentes, a área iluminada expande-se até ocupar 50% da superfície visível, momento conhecido como Quarto Crescente. Esse crescimento visual reflete a alteração gradativa do ângulo Sol-Lua-Terra.

Na metade do ciclo, a Lua Cheia exibe 100% da face voltada à Terra iluminada, pois nosso planeta posiciona-se entre o satélite e o Sol. De maneira inversa à Lua Nova, o cidadão consegue visualizar o disco completo e brilhante logo após o pôr do Sol.

A fase Minguante sucede a cheia. Diariamente, a parcela iluminada diminui, primeiro transformando-se em Minguante Gibosa, depois Quarto Minguante, até que o ciclo se encerre com nova conjunção e regresso à Lua Nova.

Transição para a Lua Crescente: o que esperar nos próximos dias

Com a fase Nova datada de 18 de janeiro às 16h51, o crescimento visível torna-se notável já nas próximas noites. Entre 19 e 23 de janeiro, a borda oeste ganhará dimensão suficiente para ser detectada a olho nu, especialmente em locais com céu limpo e baixa poluição luminosa. Por volta de 22 ou 23 de janeiro, a área iluminada atingirá patamar próximo a 25%, fase descrita como Crescente Gibosa.

A transição culmina na Lua Crescente, prevista para 26 de janeiro à 01h47. Nesse instante, metade da face lunar estará iluminada, apresentando a clássica forma de “D” voltada para a direita no hemisfério sul. O horário informado pelo Inmet indica o momento exato em que o satélite atinge 90 graus de elongação em relação ao Sol.

Durante os oito dias que separam as fases Nova e Crescente, a elevação gradativa da luminosidade altera a intensidade do luar, influenciando tanto registros fotográficos quanto a observação direta de crateras e mares lunares. A claridade crescente favorece o contraste de relevo, útil para amadores que utilizem lunetas de pequena abertura.

Horários oficiais das fases lunares segundo o Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia disponibiliza tabelas que especificam data e horário, em tempo oficial de Brasília, de cada mudança de fase. Para janeiro de 2026, as marcações são:

• Lua Cheia – 3/01 às 07h02
• Lua Minguante – 10/01 às 12h48
• Lua Nova – 18/01 às 16h51
• Lua Crescente – 26/01 à 01h47

Esses registros garantem precisão de minutos na identificação de cada etapa e servem de referência para astrônomos, fotógrafos e entusiastas do céu noturno que planejam observações específicas ou projetos fotográficos de longa exposição.

Com a Lua em fase Nova e 1% iluminada neste 18 de janeiro, o próximo marco relevante do calendário lunar será a Lua Crescente, agendada para 26 de janeiro à 01h47.

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