Lua hoje: fase lunar, visibilidade e calendário completo de janeiro de 2026

Lua hoje: fase lunar, visibilidade e calendário completo de janeiro de 2026
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Lua hoje, sexta-feira, 23 de janeiro de 2026: o satélite natural está na fase Nova, apresenta 19 % de sua superfície iluminada e encontra-se em processo de crescimento. De acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), faltam exatamente três dias para que o disco atinja a Lua Crescente, marcada para 26 de janeiro às 01h47. A situação atual insere-se em um panorama mais amplo que abrange todo o calendário de fases do mês e o ciclo lunar médio de 29,5 dias.

Índice

Lua hoje: dados básicos de 23 de janeiro de 2026

O registro do dia traz três informações fundamentais: a fase, a porcentagem de iluminação e o intervalo até a próxima mudança. A Lua hoje encontra-se:

• Fase: Nova
• Iluminação aparente: 19 % do disco
• Tendência: Crescimento gradual rumo ao Quarto Crescente em três dias

Nesta etapa do ciclo, o lado iluminado está voltado para o Sol, e o lado escurecido se dirige à Terra. Ainda assim, uma pequena fração clara se destaca no céu logo após o pôr do sol ou antes do amanhecer, sinalizando que o brilho começará a se expandir noite após noite.

Lua hoje: calendário completo das fases em janeiro de 2026

O mês de janeiro de 2026 concentra quatro momentos principais que organizam a observação astronômica popular e a própria dinâmica dos movimentos celestes. Todas as marcas horárias listadas a seguir têm origem nas medições oficiais do Inmet.

• Lua Cheia: 3 de janeiro às 07h02
• Lua Minguante: 10 de janeiro às 12h48
• Lua Nova: 18 de janeiro às 16h51
• Lua Crescente: 26 de janeiro às 01h47

Essas datas contêm a estrutura temporal que define o comportamento luminoso visível da Lua hoje e em todos os demais dias do mês. Cada transição ocorre em média sete dias após a anterior, respeitando a média de 29,5 dias do ciclo completo.

Lua hoje: sequência cronológica das quatro fases principais

O ciclo lunar inicia-se formalmente na Lua Nova, fase em que o satélite se localiza entre a Terra e o Sol. Nesse arranjo, o hemisfério iluminado não é voltado para o observador terrestre, reduzindo o brilho a um filete ou à invisibilidade total. Na Lua Nova de 18 de janeiro de 2026, o relógio marcou 16h51 quando o novo ciclo começou.

Seguindo a ordem natural, surge a Lua Crescente. Entre a noite de 18 de janeiro e a madrugada de 26 de janeiro, a porção iluminada cresce progressivamente. O ápice dessa etapa intermediária ocorrerá às 01h47 do dia 26, quando metade do disco ficará visível e o satélite ingressará no Quarto Crescente.

O passo seguinte será a Lua Cheia, que abriu o mês de janeiro, em 3 de janeiro às 07h02. Nessa configuração, Terra, Lua e Sol alinham-se de modo que o hemisfério voltado para nós recebe iluminação total, resultando na maior intensidade de brilho no céu noturno.

Por fim, o período Minguante iniciou-se em 10 de janeiro às 12h48. A partir desse instante, a luminosidade diminuiu gradualmente até atingir a Lua Nova de 18 de janeiro, fechando o ciclo e iniciando outro. O trajeto repetirá o padrão durante todo o ano, com pequenas variações de minutos ou horas.

Entendendo a lunação e as interfases do ciclo lunar

Uma lunação corresponde ao intervalo entre duas Luas Novas consecutivas. Embora a média seja de 29,5 dias, o valor apresenta variações sutis decorrentes da órbita elíptica do satélite. Durante a lunação, além das quatro fases principais há quatro estados intermediários, denominados interfases.

• Quarto Crescente: ocorre entre a Lua Nova e a Lua Cheia, quando exatamente 50 % do disco é iluminado.
• Crescente Gibosa: posição logo antes da Lua Cheia, marcada por mais de metade do disco iluminado.
• Minguante Gibosa: estágio logo após a Lua Cheia, em que o brilho começa a diminuir, mas ainda supera a metade visível.
• Quarto Minguante: ponto em que somente metade do disco ilumina o céu, antecedendo a fase Minguante completa.

Essas subdivisões detalham a gradação de luminosidade que muitas vezes passa despercebida quando se foca apenas nas categorias mais conhecidas. Elas funcionam como marcadores adicionais dentro da mesma estrutura de aproximadamente sete dias por etapa.

Como a posição Terra-Lua-Sol define cada fase observada

A identificação de cada fase da Lua depende da geometria relativa entre Terra, Lua e Sol. Quando o satélite situa-se entre o nosso planeta e a estrela, o hemisfério iluminado não é visível, caracterizando a Lua Nova. Cerca de sete dias depois, o movimento orbital desloca a Lua para uma posição em que a linha Terra-Lua-Sol forma ângulo próximo de 90 °, permitindo a observação de metade do disco: o Quarto Crescente.

Na metade do ciclo, Terra passa a ocupar o ponto central do alinhamento, e a Lua, diametralmente oposta ao Sol, exibe iluminação total. Esse momento recebe o nome de Lua Cheia e ocorreu em 3 de janeiro. O giro continua, invertendo gradualmente a área visível; após mais sete dias, a Lua mostra novamente apenas metade do hemisfério iluminado, agora no Quarto Minguante, fase verificada em 10 de janeiro. Finalmente, o satélite completa a volta, retorna à posição de conjunção com o Sol e reinicia o fenômeno.

Próxima mudança: expectativa para a Lua Crescente de 26 de janeiro

Com a informação de que a Lua hoje está em fase Nova e 19 % iluminada, o foco volta-se para a virada prevista para 26 de janeiro às 01h47. À medida que os dias avançam, a iluminação deve aumentar alguns pontos percentuais a cada noite, culminando no Quarto Crescente. Esse marco encerrará a primeira metade do caminho rumo à Lua Cheia de fevereiro e fornecerá novas condições de observação noturna.

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