Fase da Lua hoje: Lua Nova de 22 de janeiro de 2026 marca início de novo ciclo lunar

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Fase da Lua é o termo usado para descrever a porção iluminada do satélite natural visível a partir da Terra. Nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informa que a Lua encontra-se na fase Nova, apresenta 11 % de sua superfície iluminada e já está em crescimento, faltando quatro dias para a transição ao estágio Crescente.
- Fase da Lua atual: detalhes da Lua Nova de 22 de janeiro
- Fase da Lua e o calendário completo de janeiro de 2026
- Como cada fase da Lua se forma e o que caracteriza a Lua Nova
- Evolução para o Quarto Crescente: contagem regressiva de 4 dias
- Entendendo a duração de uma lunação e as interfases
- Resumo das datas e horários das fases da Lua em janeiro
Fase da Lua atual: detalhes da Lua Nova de 22 de janeiro
O dado essencial deste 22 de janeiro é a configuração Lua-Terra-Sol. A Lua posiciona-se entre o nosso planeta e a estrela central, o que direciona a face iluminada para o Sol e deixa o hemisfério visível voltado para nós praticamente na escuridão. Por isso, apesar de o satélite estar presente no céu, sua visualização direta fica severamente reduzida. A pequena fração de 11 % de luminosidade indica que a Lua Nova já ultrapassou o instante exato de conjunção, ocorrido no dia 18 às 16h51, e avança gradualmente rumo ao próximo marco do ciclo.
Essa etapa marca o reinício de uma lunação, período compreendido entre duas Luas Novas consecutivas. Tradicionalmente associada a começos, planejamento e possibilidades, a Lua Nova inaugura a sequência de mudanças que culminará na Lua Cheia e, posteriormente, retornará ao mesmo ponto inicial.
Fase da Lua e o calendário completo de janeiro de 2026
Janeiro de 2026 exibe um calendário lunar bem distribuído, iniciado oficialmente pela Lua Cheia do dia 3. De acordo com o registro do Inmet, o satélite alcançou a plenitude às 07h02 de 3 de janeiro. Sete dias depois, em 10 de janeiro às 12h48, sobreveio a Lua Minguante. A Lua Nova seguinte ocorreu em 18 de janeiro às 16h51, estágio que permanece vigente e que será sucedido pela Lua Crescente em 26 de janeiro às 01h47. Essas marcas formam o esqueleto do ciclo, ao qual se somam os intervalos de transição conhecidos como interfases.
Para o observador interessado, compreender esses momentos é fundamental. Cada data representa o instante exato em que a iluminação atinge um percentual característico, definido por medições astronômicas precisas. Como a fase da Lua hoje é o ponto de partida, as demais constituem a linha temporal que restará percorrida até o fim do mês.
Como cada fase da Lua se forma e o que caracteriza a Lua Nova
Embora quatro fases principais — Nova, Crescente, Cheia e Minguante — definam o ciclo, o caminho entre elas é contínuo. A fase da Lua hoje, por exemplo, só é possível porque o satélite alcançou uma posição específica em relação ao Sol e à Terra. O lado iluminado volta-se para longe do observador, enquanto o hemisfério escuro fica direcionado à superfície terrestre. A falta de luminosidade aparente reduz a visibilidade, mas o corpo celeste permanece no céu, nascendo e se pondo em horários próximos aos do Sol.
Após a Lua Nova, uma tênue curva luminosa surge no limbo ocidental pouco depois do pôr do Sol. Com o passar dos dias, essa curva dilata-se progressivamente até que metade do disco seja iluminada, condição denominada Quarto Crescente. O processo segue até a Lua Cheia, fase em que todo o hemisfério visível se encontra banhado de luz solar. Depois, a luminosidade começa a minguar, refletindo a fase homônima, até que o ciclo recomece.
Evolução para o Quarto Crescente: contagem regressiva de 4 dias
Com 11 % de claridade na data presente, a Lua aproxima-se do próximo grande ponto de virada. Falta reduzir a distância angular necessária para que metade do disco fique iluminada, o que ocorrerá no início da madrugada de 26 de janeiro, mais precisamente às 01h47. Esse intervalo de quatro dias serve de observação prática para quem deseja acompanhar a mudança diária de iluminação.
No primeiro dia após a Lua Nova, o satélite apresenta um arco de luz muito fino, visível logo após o pôr do Sol próximo ao horizonte oeste. No segundo dia, o arco torna-se ligeiramente mais largo. No terceiro, a porção iluminada ganha robustez, e, no quarto, aproxima-se de 50 % de visibilidade. Essa graduação fornece um exemplo tangível de como a iluminação solar reflete de forma variável na superfície lunar, dependendo da posição orbital.
Entendendo a duração de uma lunação e as interfases
Uma lunação tem duração média de 29,5 dias. O valor não é fixo, porque as órbitas envolvidas são elípticas e sujeitas a pequenas variações. Dentro desse intervalo ocorrem, além das quatro fases principais, as chamadas interfases. Entre a Lua Nova e a Lua Cheia, há o Quarto Crescente e a Crescente Gibosa; entre a Lua Cheia e a Lua Nova seguinte, aparecem a Minguante Gibosa e o Quarto Minguante. Cada subdivisão representa frações específicas de iluminação, funcionando como passos menores de um processo gradual.
Considerando a lunação em curso, a Lua Nova de 18 de janeiro inaugurou oficialmente o ciclo. A Crescente Gibosa deverá ocorrer após o Quarto Crescente, expandindo a luminosidade até a totalidade que se repetirá apenas na próxima Lua Cheia, fora do escopo do calendário de janeiro. Em seguida, a luz diminuirá pela estrada Minguante Gibosa e Quarto Minguante, até alcançar novamente a Nova, reiniciando o padrão.
Resumo das datas e horários das fases da Lua em janeiro
Para quem precisa de um quadro objetivo, os registros do Inmet podem ser resumidos da seguinte forma:
Lua Cheia: 3 de janeiro às 07h02
Lua Minguante: 10 de janeiro às 12h48
Lua Nova: 18 de janeiro às 16h51
Lua Crescente: 26 de janeiro às 01h47
Esse conjunto abrange todos os marcos principais do mês. Hoje, portanto, a fase ativa permanece a Lua Nova, a 11 % de iluminação, avançando para o Quarto Crescente previsto para a madrugada do dia 26.

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