Bad Bunny agita São Paulo com turnê “Debí Tirar Más Fotos” e puxa agenda de shows da semana

|
Getting your Trinity Audio player ready... |
O calendário musical paulistano ganha fôlego extra nesta semana com a chegada do porto-riquenho Bad Bunny e sua turnê “Debí Tirar Más Fotos”. Além dele, nomes como Macy Gray, Cjota, Jaloo, Joyce Moreno, Jotapê e Rico Dalasam preenchem diferentes palcos da capital, oferecendo opções que transitam do reggaeton ao jazz. A seguir, todos os detalhes de quem se apresenta, onde, quando e por que cada show pode interessar ao público.
- Bad Bunny lidera a semana de shows em São Paulo
- O que esperar da turnê “Debí Tirar Más Fotos” de Bad Bunny
- Ingressos e logística para ver Bad Bunny no Allianz Parque
- Macy Gray traz soul e R&B para a capital paulista
- Artistas nacionais completam a agenda cultural
- Serviço resumido das principais atrações
Bad Bunny lidera a semana de shows em São Paulo
Quem: vencedor de três estatuetas no Grammy, o cantor e compositor Bad Bunny desembarca na cidade para dois shows. O artista é natural de Porto Rico e se consolidou como um dos expoentes mundiais da música latina contemporânea.
O quê: ele apresenta a turnê “Debí Tirar Más Fotos”, mesmo título de seu álbum mais recente. O disco reúne 17 faixas e cruza ritmos listados oficialmente pela produção como bomba, salsa, plena, reggaeton, dembow e trap, demonstrando a variedade que virou marca de seu trabalho.
Quando: as apresentações acontecem na sexta-feira, 20 de fevereiro, e no sábado, 21 de fevereiro, ambas às 21h.
Onde: o palco escolhido é o Allianz Parque, localizado na avenida Francisco Matarazzo, 1.705, bairro da Água Branca, zona oeste da capital.
Como: os ingressos se concentram na plataforma Ticketmaster, com poucas unidades ainda disponíveis. O pacote “early entry” parte de R$ 4.089,43, valor que inclui entrada antecipada no estádio.
Por quê: cada performance integra a estratégia de divulgação do álbum homônimo, reforçando a presença do cantor em mercados de língua portuguesa. A passagem pelo Brasil também mantém o ritmo da turnê internacional que, dias antes, colocou Bad Bunny no centro dos holofotes no show do intervalo do Super Bowl, no Levi’s Stadium, nos Estados Unidos, em 8 de fevereiro.
O que esperar da turnê “Debí Tirar Más Fotos” de Bad Bunny
Construída sobre um repertório de 17 canções, a turnê promete uma viagem pelos gêneros que sustentam a trajetória do porto-riquenho. Bomba, salsa e plena representam raízes caribenhas tradicionais, enquanto reggaeton, dembow e trap sinalizam a face urbana que projeta Bad Bunny aos streamings globais. Embora a produção não revele setlist completo, a lógica da turnê indica que faixas do álbum serão intercaladas para ressaltar essa variedade de sonoridades.
Apostas visuais e de iluminação tendem a dialogar com a estética já vista nas aparições televisivas recentes do artista, especialmente na performance do Super Bowl. A presença de músicas que mesclam idiomas e ritmos reforça a proposta multicultural da obra e deve se refletir na experiência ao vivo — elemento que costuma atrair um público heterogêneo, formado por fãs de diferentes nacionalidades.
Ingressos e logística para ver Bad Bunny no Allianz Parque
Situado em área de fácil acesso por transporte público e vias expressas, o Allianz Parque tem histórico de receber eventos de grande porte. Para quem busca ingressos, o anúncio de “poucas unidades restantes” na Ticketmaster sinaliza lotação próxima ao limite. Além do pacote early entry, outras faixas de preço variaram ao longo da pré-venda, mas já se encontram esgotadas em setores como pista premium e cadeiras inferiores.
O conselho da produção para o público é chegar com antecedência, especialmente em função de revistas de segurança e do movimento intenso no entorno da arena. A abertura dos portões costuma ocorrer horas antes, permitindo circulação tranquila nas áreas internas, compra de produtos oficiais e acomodação nos lugares adquiridos.
Macy Gray traz soul e R&B para a capital paulista
Enquanto Bad Bunny domina o eixo latino, a cantora norte-americana Macy Gray garante a cota de R&B, soul e jazz na programação semanal. A artista comemora 25 anos do álbum “On How Life Is”, lançado em 1999 e lembrado por faixas como “I Try”, “Why Didn’t You Call Me” e “The Letter”. O show ocupa o Cine Joia, na praça Carlos Gomes, 82, bairro da Liberdade, na terça-feira, 24 de fevereiro, e na quarta-feira, 25 de fevereiro, sempre às 21h30. Ingressos partem de R$ 520 na Ticketmaster.
A escolha do Cine Joia, casa conhecida pela acústica intimista, tende a aproximar o público da voz rouca e característica de Macy Gray. A apresentação mantém o foco no repertório do disco de 1999, oferecendo um recorte específico da carreira da artista, que se tornou referência para ouvintes de soul contemporâneo.
Artistas nacionais completam a agenda cultural
Além dos nomes internacionais, a semana reserva espaço significativo para talentos brasileiros, cada qual com propostas musicais distintas.
Cjota inicia na quinta-feira, 26 de fevereiro, às 21h, a turnê “Melhor Que Ontem – Sessions” na Casa Natura Musical (rua Artur de Azevedo, 2.134, Pinheiros). Conhecido pela faixa “Call 911”, o cantor de trap divide o show em três atos, cada um dedicado a projetos autorais diferentes. Os ingressos de pista começam em R$ 70, vendidos pela Sympla.
Jaloo, DJ e cantora, assume o mesmo palco no sábado, 21 de fevereiro, às 22h, com o espetáculo carnavalesco “Gala Profana”. O set mistura pop, eletrônico e elementos de brasilidades, além de contar com participações de Getúlio Abelha, Johnny Hooker e Mahmundi. Os ingressos custam a partir de R$ 80, também via Sympla.
Joyce Moreno faz dois shows em formato voz e violão no Sesc Belenzinho (rua Padre Adelino, 1.000) na sexta-feira, 20 de fevereiro, e no sábado, 21 de fevereiro, sempre às 21h. Ela celebra 50 anos do lançamento do álbum “Passarinho Urbano” (1976), que contém a canção “Passarinho”, adaptação dos versos de “Poeminho do Contra”, de Mario Quintana. As entradas inteiras custam R$ 60.
Jotapê ocupa o mesmo Sesc na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 20h30, com o álbum “Até a Última Rima” (2024). As 14 faixas discutem racismo, identidade, vícios, fama, festas, amor e sobrevivência nas periferias, contando com colaborações de Emicida, Major RD, Lezin, L7nnon e Lulu Santos. Os ingressos, igualmente a R$ 60, estão disponíveis nas bilheterias da rede.
Rico Dalasam leva ao Sesc Bom Retiro (alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos) a turnê “Pra Sempre” na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 20h. O repertório percorre a trilogia “Dolores Dala Guardião” (2020), “Fim das Tentativas” (2022) e “Escuro Brilhante: Último Dia no Orfanato da Tia Guga” (2023); músicas como “Quebrados”, “Braille” e “Dilema” compõem o setlist. O valor do ingresso integral é de R$ 60.
Serviço resumido das principais atrações
Bad Bunny
Allianz Parque – 20 e 21/02, 21h; ingressos a partir de R$ 4.089,43 na Ticketmaster.
Macy Gray
Cine Joia – 24 e 25/02, 21h30; ingressos a partir de R$ 520 na Ticketmaster.
Cjota
Casa Natura Musical – 26/02, 21h; ingressos a partir de R$ 70 na Sympla.
Jaloo
Casa Natura Musical – 21/02, 22h; ingressos a partir de R$ 80 na Sympla.
Joyce Moreno
Sesc Belenzinho – 20 e 21/02, 21h; ingressos a R$ 60.
Jotapê
Sesc Belenzinho – 20/02, 20h30; ingressos a R$ 60.
Rico Dalasam
Sesc Bom Retiro – 20/02, 20h; ingressos a R$ 60.
Com essa programação, o próximo evento de destaque é a primeira apresentação de Bad Bunny na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 21h, no Allianz Parque.

Conteúdo Relacionado