Turista chilena eletrocutada em temporal de Copacabana: passo a passo do resgate que mobilizou anônimos

Turista chilena eletrocutada em temporal de Copacabana: passo a passo do resgate que mobilizou anônimos
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Turista chilena eletrocutada em uma esquina alagada de Copacabana sobreviveu graças à ação sucessiva de três pessoas comuns, segundo informações oficiais divulgadas depois do temporal que atingiu o Rio de Janeiro na segunda-feira (9).

Índice

Local e horário do acidente envolvendo a turista chilena eletrocutada

O choque elétrico aconteceu no início da tarde de segunda-feira, quando um forte temporal provocou alagamentos em vários bairros da Zona Sul do Rio. Copacabana, um dos principais cartões-postais da cidade, registrou bolsões de água que cobriram a pista e parte das calçadas. Em uma esquina de grande fluxo, por onde milhares de pedestres circulam diariamente, a jovem chilena de 15 anos recebeu uma descarga elétrica ainda sem causa identificada. O ponto exato permanece sob análise da concessionária de energia e da prefeitura, responsáveis, respectivamente, pela rede elétrica e pela iluminação pública da região.

Personagens centrais: quem ajudou a turista chilena eletrocutada

Três pessoas se tornaram decisivas no salvamento. A primeira foi Felipe Dias, morador em situação de rua que faz pequenos trabalhos na vizinhança. Ele atravessou a lâmina de água ao notar a adolescente caída e em aparente convulsão. Ignorando o risco, Felipe entrou no trecho inundado e sofreu a mesma descarga, caindo imediatamente. A segunda protagonista foi a mãe da turista, que, mesmo em pânico, conseguiu puxar a filha pelos cabelos, retirando tanto a menina quanto Felipe da área inundada. O terceiro elo foi o professor de educação física Edgar Cartaxo, que passava pelo local, percebeu a gravidade do quadro e iniciou massagem cardíaca na jovem assim que ela foi colocada em superfície seca.

Como ocorreu a retirada da turista chilena eletrocutada da área de risco

A sequência descrita por testemunhas indica que a adolescente já estava submersa até parte do tronco quando as convulsões começaram. Felipe, acreditando tratar-se de afogamento, pisou na água para socorrê-la e recebeu o choque assim que tocou nela. A mãe, posicionada fora do bolsão, optou por puxar os cabelos da filha, método que gerou dúvidas sobre possível condução de corrente, mas que, naquele momento, foi a alternativa disponível. Com os dois corpos fora da área molhada, pessoas que se abrigavam em lojas próximas formaram um corredor para facilitar a chegada do socorrista improvisado, Edgar Cartaxo.

Procedimentos de primeiros socorros aplicados à turista chilena eletrocutada

De acordo com o relato de Cartaxo, a adolescente permaneceu sem sinais aparentes de consciência por cerca de dez minutos. Durante esse período, o educador físico realizou compressões torácicas rítmicas, mantendo o fluxo sanguíneo até a chegada do Corpo de Bombeiros. O procedimento, embora exaustivo, foi mantido até que a jovem apresentasse resposta motora e abertura ocular espontânea. Quando os bombeiros atingiram o local, a vítima já estava consciente e orientada, sendo então encaminhada a um hospital da rede pública para monitoramento cardiológico e neurológico.

Estado de saúde da turista chilena eletrocutada e investigações sobre a causa

Conforme boletim médico preliminar divulgado 24 horas após o incidente, a adolescente permanece internada em observação, sem necessidade de ventilação mecânica e com sinais vitais estáveis. Exames laboratoriais e de imagem buscam descartar lesões internas que costumam acompanhar descargas elétricas de alta intensidade. Paralelamente, técnicos da Light e engenheiros da prefeitura vistoriaram o poste de iluminação e a caixa subterrânea mais próxima, mas não identificaram curto-circuito, fios expostos ou rompimento de isolamento. As equipes estendem agora a análise para trechos maiores da rede a fim de localizar possível falha não visível a olho nu.

Orientações oficiais sobre acidentes como o da turista chilena eletrocutada

O Corpo de Bombeiros reforçou, em nota, que a recomendação para cenários de possível eletricidade na água é não tocar na vítima nem entrar na área alagada antes de cortar a fonte de energia. Água, pele e vestuário molhado são condutores de corrente, ampliando o risco para terceiros. A orientação apropriada, segundo o protocolo, é acionar o telefone de emergência e isolar o perímetro. Somente após a interrupção do fornecimento elétrico é indicado iniciar manobras de primeiros socorros, como massagem cardíaca, caso a vítima esteja inconsciente e sem pulso.

Repercussão e próximos passos após o resgate da turista chilena eletrocutada

No dia seguinte ao incidente, Felipe Dias recebeu alta do hospital, apresentando apenas dores musculares, típicas de espasmos induzidos por corrente elétrica. Ele se reencontrou com Edgar Cartaxo em Copacabana, onde ambos souberam que a adolescente evoluía bem. O cruzamento onde ocorreu o choque segue sinalizado com fitas de isolamento, aguardando o laudo conclusivo das equipes técnicas. A prefeitura informou que manterá técnicos no local até que a causa da descarga seja esclarecida, enquanto a concessionária revisa registros de oscilação de carga para identificar anomalias que possam ter passado despercebidas.

A autoridade municipal acrescentou que, caso seja confirmada falha na infraestrutura, a manutenção necessária será executada em regime de urgência. Já a Light destacou que disponibilizará imagens térmicas e medições de corrente para ajudar na perícia. Até o momento, não foi estipulado prazo para apresentação de resultado definitivo. A família da jovem chilena permanece no Brasil acompanhando o quadro clínico da menina, que deverá realizar exames complementares antes de qualquer liberação para viagem internacional.

O próximo boletim médico, segundo o hospital, está previsto para a manhã de quarta-feira (11), quando serão divulgadas eventuais alterações no estado da vítima e a programação de novos testes cardiológicos.

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