NASA confirma usina de energia nuclear na Lua até 2030 e demais destaques tecnológicos do dia

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Energia nuclear na Lua tornou-se o foco principal das atualizações tecnológicas desta quinta-feira. Um memorando assinado pela NASA e pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos consolidou a meta de instalar um reator capaz de abastecer futuras bases lunares até o fim da década. Além desse avanço, o dia foi marcado por medidas de verificação de idade na Austrália, a estreia do ChatGPT Translate, novos números da produção automotiva brasileira e a decisão da Meta de liberar novamente chatbots de terceiros no WhatsApp. Seguem os detalhes organizados por tema.
- Energia nuclear na Lua: compromisso formal até 2030
- Etapas e capacidade da futura usina de energia nuclear na Lua
- Energia nuclear na Lua e o papel da parceria NASA–Departamento de Energia
- Austrália testa bloqueio de contas de jovens em redes sociais
- ChatGPT Translate: a entrada da OpenAI no mercado de tradução
- Produção de veículos no Brasil mantém crescimento, aponta Anfavea
- Meta volta a liberar chatbots de IA no WhatsApp no Brasil
- Ofertas especiais em tecnologia ganham destaque
Energia nuclear na Lua: compromisso formal até 2030
A assinatura do memorando entre a NASA e o Departamento de Energia dos EUA estabelece, de forma oficial, que uma usina de energia nuclear na Lua deve estar operacional antes de 2030. O documento reafirma a cooperação entre as duas instituições e define como objetivo principal fornecer eletricidade estável a instalações que venham a ser erguidas no solo lunar. Com isso, a agência espacial fortalece o planejamento das missões voltadas à presença humana de longo prazo no satélite.
O reator previsto será instalado diretamente na superfície lunar. De acordo com o compromisso firmado, a capacidade de geração deve ser suficiente para atender às demandas de bases que abrigarão equipamentos, laboratórios e habitats pressurizados. A expectativa expressa no memorando é de que a solução nuclear garanta um fornecimento energético contínuo, independentemente do período de iluminação solar, reforçando a autonomia das futuras colônias.
Outro ponto indicado na parceria é a divisão de responsabilidades. A NASA se concentra na logística de transporte e instalação, enquanto o Departamento de Energia lidera o desenvolvimento do núcleo de fissão e dos sistemas que farão a conversão do calor gerado em eletricidade utilizável. O texto do acordo não apresenta valores nem especifica fornecedores, mas sublinha que o cronograma já está em fase de ajuste para garantir a meta de 2030.
Etapas e capacidade da futura usina de energia nuclear na Lua
Embora o memorando não detalhe cada fase do projeto, ele delimita marcos de avaliação periódica. Esses pontos de verificação permitirão medir o progresso da construção do reator, desde a conclusão dos desenhos técnicos até a montagem dos módulos que serão enviados à órbita terrestre. A intenção é que a infraestrutura chegue à Lua em missões dedicadas, prontas para montagem rápida no terreno previamente selecionado.
Em relação à capacidade, o documento estabelece que o sistema nuclear deverá alimentar bases lunares de forma contínua. Ao citar a possibilidade de “fornecer energia a bases”, o texto destaca a importância de um fluxo elétrico capaz de sustentar atividades vitais, como sistemas de suporte à vida, telecomunicações internas e experimentos científicos que não podem sofrer interrupções.
Energia nuclear na Lua e o papel da parceria NASA–Departamento de Energia
A formalização da parceria amplia a integração entre duas áreas estratégicas do governo norte-americano: a exploração espacial e a pesquisa em reatores compactos. Para a NASA, contar com a expertise do Departamento de Energia reduz riscos tecnológicos. Para o departamento, o projeto lunar funciona como vitrine de aplicação de fissão em ambientes extremos, o que pode abrir portas para iniciativas semelhantes em outros corpos celestes.
Austrália testa bloqueio de contas de jovens em redes sociais
A Austrália transformou-se num verdadeiro laboratório de verificação etária online ao optar por bloquear contas de adolescentes em redes sociais. Segundo as informações divulgadas, a medida visa comprovar a idade real dos usuários antes que eles recuperem o acesso. Com isso, o país procura reduzir a exposição de menores a conteúdos inadequados, estudando os efeitos diretos do bloqueio sobre uso de plataformas e padrões de navegação.
Os resultados iniciais ainda estão em avaliação, mas o governo australiano acompanha de perto o impacto sobre engajamento juvenil e sobre a própria infraestrutura das redes. O processo, que envolve confronto de dados cadastrais com documentos de identidade válidos, coloca a Austrália na vanguarda das pesquisas sobre escaneamento etário obrigatório e suas repercussões em liberdade digital e proteção de dados.
ChatGPT Translate: a entrada da OpenAI no mercado de tradução
A OpenAI lançou o ChatGPT Translate, ferramenta oferecida em página independente do já conhecido chatbot. O serviço amplia o alcance da inteligência artificial da empresa e passa a concorrer diretamente com plataformas consolidadas, como o Google Tradutor. A solução utiliza o mesmo modelo base de linguagem do ChatGPT, mas direciona suas capacidades exclusivamente para a conversão de textos entre idiomas. Com isso, a companhia incrementa sua presença num segmento dominado há anos por outras big techs.
Produção de veículos no Brasil mantém crescimento, aponta Anfavea
Números divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores indicam que a produção de veículos no Brasil manteve ritmo consistente de expansão. Essa estabilidade ocorreu apesar de oscilações consideráveis no mercado externo e de variações nos estoques ao fim do período analisado. O levantamento também traz um alerta, sugerindo cautela diante de possíveis mudanças na demanda internacional e na cadeia de suprimentos, fatores que podem influenciar o desempenho futuro do setor automotivo nacional.
Meta volta a liberar chatbots de IA no WhatsApp no Brasil
A Meta decidiu reativar o funcionamento de chatbots de inteligência artificial desenvolvidos por terceiros dentro do WhatsApp no Brasil. A mudança ocorre poucos dias após a abertura de investigação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que apura suspeita de abuso de posição dominante. Com a reversão, empresas especializadas podem retomar a oferta de assistentes virtuais integrados ao aplicativo de mensagens, restaurando um ecossistema de serviços que havia sido temporariamente interrompido.
Ofertas especiais em tecnologia ganham destaque
A lista de promoções do dia vem carregada de dispositivos com preços reduzidos. Entre os itens anunciados, encontram-se o notebook VAIO FE16 com processador AMD Ryzen 5-5625U, 8 GB de RAM e SSD de 256 GB, o que inclui possibilidade de upgrade posterior; a placa de vídeo Gainward GeForce RTX 3070 Phoenix de 8 GB; e o JBL Tune Buds 2 com cancelamento ativo de ruído. Outros produtos com descontos incluem o hub USB-C Anker 332, caixas de som Bluetooth INAVA, o display interativo Wacom One de 13 polegadas, o smartwatch KOSPET Tank T3 Ultra, o alto-falante WAAW Infinite 700, diferentes versões do Apple Watch, a câmera de segurança eufy SoloCam S220, o power bank Anker de 25.000 mAh, a soundcore Select 4 Go, a bateria magnética Anker MagGo, além do iPad 2025 com conectividade Wi-Fi + Cellular e 128 GB de armazenamento. Cada oferta apresenta redução de preço em relação ao valor original e permanece disponível enquanto durarem os estoques.

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