Fase da Lua hoje: entenda a Lua Cheia de 3 de fevereiro de 2026 e confira o calendário lunar de fevereiro

Fase da Lua hoje: entenda a Lua Cheia de 3 de fevereiro de 2026 e confira o calendário lunar de fevereiro
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Fase da Lua hoje, terça-feira, 3 de fevereiro de 2026: o satélite natural da Terra permanece em Lua Cheia, exibe 98 % de luminosidade aparente e já inicia o processo de queda de brilho que culminará na Lua Minguante dentro de seis dias, conforme dados oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Índice

Calendário fevereiro 2026: cada fase da Lua com data e horário

O mês de fevereiro de 2026 começou com a Lua alcançando a plenitude logo no dia 1, às 19h10. Esse ponto marca o auge do ciclo que se iniciou ainda em janeiro. A sequência completa informada pelo Inmet para o segundo mês do ano é a seguinte:

• Lua Cheia: 1.º de fevereiro, 19h10.
• Lua Minguante: 9 de fevereiro, 9h44.
• Lua Nova: 17 de fevereiro, 9h03.
• Lua Crescente: 24 de fevereiro, 9h28.

Esses quatro marcos estruturam o ciclo de 29,5 dias – a duração média entre luas novas – e distribuem-se de maneira quase simétrica ao longo das quatro semanas do mês. Cada fase principal se prolonga, em média, por sete dias, permitindo que observadores acompanhem a transição gradual de iluminação noite após noite.

Fase da Lua hoje: por que 3 de fevereiro ainda conta como Lua Cheia

Embora o instante exato de plenitude tenha ocorrido dois dias antes, o dia 3 de fevereiro ainda é classificado como Lua Cheia porque a fração iluminada visível da superfície lunar permanece acima de 98 %. Essa porcentagem faz com que o disco lunar pareça praticamente completo a olho nu. O satélite encontra-se agora no início de um processo de diminuição da iluminação, conhecido como gibosa minguante, que prosseguirá de forma contínua até chegar ao Quarto Minguante em 9 de fevereiro.

Durante a Lua Cheia, Terra, Lua e Sol alinham-se com o planeta ocupando a posição central. Essa configuração permite que a face do satélite voltada para nós receba luz solar diretamente, resultando no brilho máximo que domina o céu a partir do pôr do sol. Esse fenômeno ocorre aproximadamente doze a treze vezes por ano, sempre respeitando a cadência natural do ciclo lunar.

Como o ciclo de 29,5 dias determina cada fase da Lua

A lunação – intervalo completo de aproximadamente 29,5 dias entre duas Luas Novas consecutivas – governa a alternância das fases. Ela pode variar levemente de um mês para outro, mas mantém essa média desde a antiguidade observacional. Dentro dela, as quatro fases principais distribuem-se em blocos regulares de cerca de sete dias. A divisão clássica é:

1. Lua Nova: início do ciclo, quando o lado iluminado da Lua fica oculto da Terra.
2. Lua Crescente: fase de aumento gradual da área iluminada.
3. Lua Cheia: máximo de luminosidade visível.
4. Lua Minguante: redução progressiva da claridade até o reinício do ciclo.

Esse padrão estável serve de referência para calendários, agricultura tradicional, navegação e planejamento de observações astronômicas. Foi também a base para inúmeros calendários lunares ou lunissolares ao longo da história.

Interfases: gibosas e quartos completam a leitura do céu noturno

Além das quatro etapas principais, o ciclo apresenta fases intermediárias que ajudam a refinar a descrição visual do satélite:

• Crescente Gibosa: ocorre entre o Quarto Crescente e a Lua Cheia; a porcentagem iluminada ultrapassa 50 % mas ainda não alcança 100 %.
• Quarto Crescente: exatamente quando 50 % do disco está iluminado, marcando a metade do caminho entre Lua Nova e Lua Cheia.
• Minguante Gibosa: período logo após a Lua Cheia, quando a iluminação começa a diminuir mas permanece acima de 50 %.
• Quarto Minguante: outra marca de 50 % iluminado, agora na transição rumo à Lua Nova.

Em 2026, a fase de Crescente Gibosa antecedeu a Lua Cheia de 1.º de fevereiro. A partir de 3 de fevereiro, a Lua passa a ser classificada como Minguante Gibosa até o Quarto Minguante de 9 de fevereiro.

Significados astronômicos e observacionais de cada fase da Lua

Embora todos os estágios façam parte de um mesmo processo orbital, cada um deles apresenta características visuais próprias e repercussões práticas no cotidiano de quem observa o céu:

Lua Nova: com o satélite alinhado entre Sol e Terra, o lado iluminado fica invisível para nós. O céu noturno torna-se mais escuro, favorecendo a observação de objetos de fraca luminosidade, como galáxias e nebulosas.
Lua Crescente: a faixa iluminada expande-se noite após noite. A partir do arco inicial até chegar ao Quarto Crescente, essa fase é útil para fotógrafos registrarem o relevo lunar em alto contraste, graças às sombras projetadas pelos raios solares oblíquos.
Lua Cheia: iluminação total do disco lunar. Apesar de ofuscar estrelas mais tênues, oferece condições ideais para observações a olho nu de detalhes como mares e manchas escuras. É também quando ocorrem eclipses lunares, sempre que o alinhamento se faz dentro do plano orbital adequado.
Lua Minguante: o brilho diminui diariamente, restando metade do disco no Quarto Minguante. Nessas noites, observadores podem alternar entre a Lua e objetos de céu profundo, já que a luz lunar interfere menos.

Todos esses comportamentos são resultado direto da interação geométrica entre a órbita lunar de aproximadamente 384 400 km de raio médio e a posição relativa do Sol. Portanto, o simples ato de olhar para o céu em diferentes momentos do mês revela em primeira mão as leis de iluminação refletida e da dinâmica orbital.

Próximas datas-chave: contagem regressiva para a Lua Minguante

Com base na posição atual – Lua Cheia em declínio – o próximo marco relevante ocorre às 9h44 de 9 de fevereiro, quando o satélite atingirá o Quarto Minguante. Até lá, a parcela iluminada cairá de 98 % para 50 %. O ciclo prosseguirá para a Lua Nova no dia 17, às 9h03, e culminará na Lua Crescente em 24 de fevereiro, às 9h28, completando a série de eventos mensais monitorados pelo Inmet.

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