Fase da Lua hoje: satélite em estágio Minguante e 3% visível neste 17/01/2026

|
Getting your Trinity Audio player ready... |
Fase da Lua deste sábado, 17 de janeiro de 2026, coloca o satélite natural da Terra na etapa Minguante, com apenas 3 % de sua superfície iluminada e em contínuo declínio de luminosidade. O momento representa a reta final do ciclo iniciado no começo do mês, pois falta exatamente um dia para a Lua Nova, prevista para as 16h51 de domingo, 18 de janeiro.
Panorama da fase da Lua neste sábado
A posição atual da Lua no céu corresponde ao estágio Minguante, fase em que a parcela iluminada visível da superfície lunar diminui gradualmente noite após noite. Nesta data específica, os 3 % de iluminação indicam que o disco já se encontra quase totalmente escurecido para os observadores em solo terrestre, sinal claro de que o ciclo se aproxima do reinício.
Durante a fase Minguante, o brilho noturno declina até desaparecer por completo na Lua Nova. A mudança visual também reflete uma alteração de ângulo entre Sol, Terra e Lua: a cada madrugada, o satélite nasce mais tarde, ficando menos tempo acima do horizonte. Esse processo segue até o instante em que a face visível recebe zero iluminação direta, momento que marca o início de uma nova lunação.
Com apenas 24 horas faltando para a Lua Nova, o percentual residual de luminosidade torna-se quase imperceptível a olho nu. Observadores que buscarem o satélite neste sábado verão um tênue arco iluminado próximo ao horizonte antes do amanhecer, última oportunidade de testemunhar a luz minguante antes da completa escuridão do ciclo seguinte.
Calendário completo das fases da Lua em janeiro de 2026
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o mês de janeiro de 2026 apresenta a seguinte sequência de mudanças:
• Lua Cheia: 3 de janeiro, às 07h02.
• Lua Minguante: 10 de janeiro, às 12h48.
• Lua Nova: 18 de janeiro, às 16h51.
• Lua Crescente: 26 de janeiro, à 01h47.
Esses horários se referem ao instante exato em que cada etapa atinge seu pico. A contagem segue a ordem natural do ciclo lunar, no qual a Lua Cheia fornece luminosidade total, a Minguante reduz a parte iluminada, a Nova reinicia o período e a Crescente amplia novamente a visibilidade do disco.
Em média, cada uma das quatro fases principais se estende por aproximadamente sete dias, somando cerca de 29,5 dias entre uma Lua Nova e a seguinte. Essa duração média, conhecida como lunação, explica por que o calendário lunar não se ajusta perfeitamente ao calendário civil de 30 ou 31 dias. Por consequência, alguns meses comportam mais de uma Lua Cheia, enquanto outros podem iniciar ou terminar durante uma fase intermediária.
Entendendo o ciclo lunar e cada fase da Lua
Uma lunação corresponde ao intervalo entre duas Luas Novas consecutivas. A média de 29,5 dias foi calculada a partir de medições seculares e representa o tempo que a Lua gasta para completar uma órbita ao redor da Terra em relação ao Sol. Dentro desse período, quatro estágios principais se sucedem:
Lua Nova: o satélite posiciona-se entre a Terra e o Sol. A face iluminada fica voltada para o Sol, e a face escura, para o nosso planeta, tornando a Lua invisível no céu noturno. Esse ponto marca o início de um novo ciclo, associado a recomeços e novas possibilidades.
Lua Crescente: poucos dias após a Lua Nova, surge um fino arco luminoso. A porção iluminada cresce diariamente até chegar ao Quarto Crescente, quando metade do disco se torna visível. Essa etapa simboliza desenvolvimento e construção gradual de projetos.
Lua Cheia: ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, iluminando toda a face voltada para nós. O satélite nasce no horizonte no mesmo momento em que o Sol se põe, oferecendo o máximo de luminosidade noturna. Este é o auge do ciclo, associado à plenitude e à energia em seu ponto máximo.
Lua Minguante: depois da Cheia, a área iluminada diminui progressivamente. Quando somente metade do disco está iluminada, registra-se o Quarto Minguante. O satélite continua perdendo luminosidade até alcançar novamente a fase Nova. O estágio é ligado a reflexão e encerramento de processos.
Interfases: as transições sutis na fase da Lua
Entre as quatro fases principais, ocorrem etapas intermediárias, denominadas interfases, que suavizam a transição de luz:
• Crescente Gibosa: situa-se entre o Quarto Crescente e a Lua Cheia, quando mais de metade do disco já é iluminada, mas a plenitude ainda não foi atingida.
• Minguante Gibosa: posiciona-se entre a Lua Cheia e o Quarto Minguante, com menos de 100 % e mais de 50 % da superfície visível iluminada.
• Quarto Crescente e Quarto Minguante: marcam os pontos em que exatamente metade da face está iluminada, servindo como divisores visuais do ciclo. Essas etapas funcionam como marcos temporais que ajudam observadores a acompanhar a evolução diária da iluminação lunar.
As interfases representam nuances importantes no estudo das fases da Lua, pois evidenciam que a transformação luminosa não ocorre em saltos, mas em gradações contínuas ao longo da órbita.
Próxima fase da Lua: contagem para a Lua Nova
Com 3 % de iluminação remanescente, a Lua se prepara para atingir a fase Nova às 16h51 de 18 de janeiro de 2026. Esse horário marca o instante preciso em que o satélite estará completamente alinhado entre a Terra e o Sol, eliminando qualquer visibilidade na abóbada noturna.
A partir desse ponto, o ciclo reinicia e a fração iluminada começará a crescer novamente. O próximo marco significativo ocorrerá em 26 de janeiro, à 01h47, quando o satélite alcançará a fase Crescente, retomando o processo de aumento de luminosidade.

Conteúdo Relacionado