Fase da Lua hoje: entenda a Lua Minguante de 16/02/2026 e o calendário lunar de fevereiro

Fase da Lua hoje: entenda a Lua Minguante de 16/02/2026 e o calendário lunar de fevereiro
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Quem observa o céu na madrugada desta segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, encontra a fase da Lua em seu estágio Minguante, exibindo apenas 2 % de sua superfície iluminada e caminhando para o momento em que desaparecerá completamente da vista. Segundo medições consolidadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), falta exatamente um dia para que o ciclo chegue à Lua Nova, prevista para as 09h03 de amanhã.

Índice

A fase da Lua Minguante de hoje: porcentagem de visibilidade e contagem regressiva

No estágio Minguante, a luminosidade do satélite diminui noite após noite. O dado de 2 % de iluminação indica que o disco lunar exibe apenas um filete residual de luz solar refletida, tornando-se cada vez mais tênue até desaparecer. Esse percentual, aferido pelos registros diários do Inmet, demonstra que o satélite se encontra nos momentos finais do quarto minguante, concentrando-se nos céus matutinos, pouco antes do amanhecer. A redução da claridade noturna sinaliza o encerramento de mais uma lunação, período médio de 29,5 dias que liga uma Lua Nova à seguinte.

A contagem regressiva para o próximo ponto de virada é curta: em menos de 24 horas a Lua deixará de ser visível, posicionando-se entre a Terra e o Sol. Essa transição não altera apenas a paisagem celeste; ela marca o fechamento simbólico de um ciclo, condição que sempre atraiu a atenção de calendários agrícolas, rituais de pesca e outras rotinas que tradicionalmente se guiam pelas marés luminosas do satélite.

Próxima fase da Lua: calendário completo de fevereiro de 2026

O mês começou sob forte brilho. Em 1.º de fevereiro, às 19h10, ocorreu a Lua Cheia, quando o lado voltado para a Terra recebeu iluminação total. O reflexo intenso perdurou, mas iniciou sua queda gradual até atingir a Lua Minguante de 9 de fevereiro, registrada às 09h44. O ciclo segue agora para a Lua Nova de 17 de fevereiro, às 09h03, e concluirá a sequência com a Lua Crescente em 24 de fevereiro, às 09h28. O Inmet compila esses horários em tempo oficial de Brasília, oferecendo balizas confiáveis para astrônomos amadores, fotógrafos e profissionais que utilizam o comportamento lunar como referência.

Recapitulando os marcos de fevereiro de 2026:

• 01/02 – Lua Cheia, 19h10
• 09/02 – Lua Minguante, 09h44
• 17/02 – Lua Nova, 09h03
• 24/02 – Lua Crescente, 09h28

A ordenação regular das datas ilustra a consistência do movimento orbital, ainda que a duração entre elas varie algumas horas de um mês para outro. Essa ligeira oscilação resulta de fatores gravitacionais e da órbita elíptica da Lua, mas a média de 29,5 dias permanece o referencial mais usado.

Como funciona o ciclo lunar de 29,5 dias

O termo “lunação” descreve o intervalo entre duas Luas Novas consecutivas. Durante esse período a Lua percorre todo o seu trajeto aparente ao redor da Terra, exibindo transformações visuais que ocorrem conforme a iluminação solar incide em ângulos diferentes sobre a superfície lunar. A duração de 29 dias e meio é apenas uma média; variações de algumas horas aparecem de ciclo para ciclo devido às sutis alterações na velocidade orbital e à interação gravitacional com o Sol.

Em linhas gerais, o satélite inicia o ciclo completamente escurecido para o observador terrestre na fase Nova. Dias depois, um arco luminoso desponta, configurando o início da Crescente. Quando metade do disco se mostra iluminada, ocorre o Quarto Crescente. Prossegue então a crescente gibosa, estágio em que mais da metade da superfície aparece acesa, até que o disco inteiro se revele durante a Lua Cheia. Após esse pico de luminosidade, inicia-se o processo inverso: a Lua torna-se minguante gibosa, atinge o Quarto Minguante, perde quase toda a claridade e retorna à condição invisível na nova Lua.

As fases da Lua e suas interfases: nova, crescente, cheia e minguante

A astronomia tradicional apresenta quatro fases principais, cada qual com cerca de sete dias de duração média:

Lua Nova – A Lua coloca-se entre Terra e Sol, mostrando seu lado escuro aos observadores. É o ponto inicial do ciclo.
Lua Crescente – O satélite afasta-se do alinhamento inicial; uma borda iluminada surge e cresce até que metade do disco fique visível.
Lua Cheia – A Terra posiciona-se no centro da configuração, permitindo que a face lunar seja inteiramente banhada pela luz solar.
Lua Minguante – A claridade diminui gradativamente até restar apenas um pequeno arco antes de o satélite voltar à posição de Lua Nova.

Entre essas quatro etapas encontram-se as interfases. Na primeira metade do ciclo, o público distingue o quarto crescente e a fase gibosa crescente, quando o disco passa de 50 % para quase 100 % de iluminação. Na segunda metade, surgem a gibosa minguante e o quarto minguante, intervalos em que a superfície iluminada retrocede. Hoje, 16 de fevereiro, a Lua encontra-se nessa faixa terminal, de gibosa minguante para quarto minguante, já praticamente invisível.

Dados oficiais do Inmet para cada fase da Lua

Todos os horários e percentuais aqui apresentados derivam do banco de informações astronômicas do Instituto Nacional de Meteorologia. A autarquia federal brasileira centraliza levantamentos atmosféricos e astronômicos desde meados do século XX, disponibilizando aos cidadãos tabelas que incluem temperatura, umidade, radiação solar e, como neste caso, a fase da Lua. A precisão dos registros permite planejar atividades que dependem da incidência de luz noturna, como observações astronômicas, eventos culturais ao ar livre e registro fotográfico do céu.

Para fevereiro de 2026, o órgão compilou não apenas as mudanças de fase, mas também o percentual de visibilidade diário. Segundo esses dados, o satélite iniciou o mês em esplendor máximo, declinou até 50 % de iluminação no Quarto Minguante de 9 de fevereiro, chegou aos atuais 2 % e alcançará 0 % amanhã, quando ocorrerá a Lua Nova.

O que esperar da fase da Lua Nova em 17 de fevereiro

A partir das 09h03 de terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, a fase da Lua reinicia seu ciclo. Visualmente, o satélite permanecerá oculto durante as noites seguintes, pois apenas sua face oposta ao planeta recebe luz solar. Esse estágio tende a dificultar observações diretas, porém favorece a visibilidade de objetos de céu profundo, já que a ausência de claridade lunar reduz a poluição luminosa natural.

Com a proximidade da Lua Nova, fotógrafos que buscam captar o Centro da Via Láctea, aglomerados estelares ou nebulosas encontram uma janela de céu mais escuro. Ao mesmo tempo, a maré terrestre responde à conjunção entre Sol e Lua, intensificando o efeito conhecido como maré de sizígia. Embora fenômenos de maré não tenham sido detalhados pelo Inmet no relatório relativo a fevereiro de 2026, a correlação física permanece válida sempre que Lua e Sol alinham-se.

Depois do ponto zero de iluminação, o brilho retorna gradualmente, inaugurando a fase Crescente que, neste mês, terá seu primeiro grande marco em 24 de fevereiro, às 09h28, quando metade do disco estará clara. O ciclo seguirá então até a próxima Lua Cheia, já prevista para março conforme a mesma sequência média de 29,5 dias.

Com base nos dados verificados hoje, a informação factual mais recente aponta para a Lua Nova das 09h03 de amanhã, 17 de fevereiro de 2026, evento que encerrará a lunação iniciada em janeiro e dará início a um novo ciclo de observações.

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